A Plataforma apresenta-se publicamente
com o respaldo de 170 pessoas
A Quinta-Feira, 22 de Junho, apresentou-se publicamente na capital galega a ‘Plataforma Cidada Que Voltem a Casa!’ e os conteúdos do manifesto com o que o colectivo realiza a sua declaraçom de intençons. Apresentou-se também umha listagem de pessoas representativas de diversos sectores sociais que prestam o seu apoio às reivindicaçons da Plataforma e respaldam o seu nascimento. Esta listagem atingia no dia da apresentaçom as 170 assinaturas. Entre elas, persoeiros como Antón Moreda, Ugia Pedreira, Baldomero Iglesias ‘Mero’, Elvira Souto, Xurxo Borrazás, e um longo etcétera.
Os actos arrincavam de manhá com a celebraçom de umha rolda de imprensa na Galeria Sargadelos na que participarom Xan Carlos Ánsia, Pedro Alonso, Teresa Moure e Bráulio Amaro. O acto começou com a intervençom de Xan Carlos Ánsia, quem explicou os motivos que levarom à constituiçom da Plataforma e comentou os aspectos mais salientáveis do Manifesto. Ademais, o sindicalista expressava a sua queixa, em nome da Plataforma, pola nom assistência ao acto de nenhum repressentante dos meios de comunicaçom, algo que Ánsia qualificou de deliberado silenciamento, especialmente grave no caso dos medios públicos.
A contunuaçom sucederom-se as intervençons de Teresa Moure, Bráulio Amaro e Pedro Alonso, quem leu um texto remitido por Carlos Taibo solidarizando-se com a iniciativa e com o que desculpou a sua ausência no acto e no que amosa a sua surpresa porque "demanadas tam básicas nom soergam um apoio visível nos distintos estamentos, institucionais ou nom, da sociedade galega".
As intervençons de Bráulio Amaro e de Teresa Moure seguirom umha linha semelhante à do texto de Taibo, com expresons de solidariedade com a situaçom ilegal do preso e da presa e com a exigéncia de que esta remate. Amaro incidiu na incompatibilidade da política penitenciária do estado espanhol com a assinatura de diversos tratados internacionais na defesa dos direitos elementais, assim como na problemática derivada da disperssom. Pola sua banda, Teresa Moure encadrou a situaçom em um contexto mundial de criminalizaçom de toda disidéncia e de todo acto de protesta contra o capitalismo neoliberal globalizado.
No mesmo dia da rolda de imprensa, já pola tarde, celebrou-se um recital poético e musical para apresentar em sociedade a ‘Plataforma Cidada Que Voltem a Casa!’. O local social O Pichel acolhia um acto no que se voltou exponher o conteúdo do Manifesto da Plataforma, para depois ler os textos apresentados pola manhá e assinados por Carlos Taibo e por Teresa Moure. A seguir, as mais de 50 pessoas reunidas presenciarom um recital com as intervençons de Roi Vidal, Mario Regueiro, Lorena Souto e Luz Fandiño, que se sensibiliçarom com a situaçom de Ugio Camanho e Giana Rodrigues.
Por último, Antón Vilacova e Nan Lobelle interpretárom umhas peças musicais, com as que se encerrou o acto que dá carta de nascimento da ‘Plataforma Cidada Que Voltem a Casa!’.
