Solidariedade galega presente na histórica manifestaçom em defesa d@s pres@s e exiliad@s basc@s em Bilbo

Fara umha semana quando nos plantejamos  a possível ideia de acudir a manifestaçom que o colectivo ‘Egin Dezagun Bidea’ (Fagamos caminho) convocava o dia 8 de janeiro em Bilbo.

De seguida a ideia converteu-se em prioridade para @s solidari@s galeg@s, umha vez decidida a nossa vontade comezarom os preparativos, puxemo-nos maos à obra e contactamos com representantes da mobilizaçóm convocante, onde nos deixarom bem claro a sua positiva acolhida e animarom-nos para a realizaçóm das nossas intençóns.

Umha vez preparada a gestiom da viagem c@s solidari@s galeg@s e a coordinaçóm das pautas que nos indicárom @s companheir@s basc@s para acudir a manifestaçóm o obxectivo fundamental já estaba realizado.

Depois da análise realizada, as nossas intençóms eram claras e directas, pretendiamos coa nossa presência em Bilbo transmitir e exigir o seguinte:

-A plena e incondicional solidariedade galega ao povo basco, em concreto aos e às combatentes represaliadas.

-A aboliçom da actual lei e gestiom penitenciária que vulnera os direitos mais básicos e elementais d@s pres@s politic@s.

-A solidariedade e socializaçóm da repressóm que o estado espanhol exerce sobre a nossa Terra (Galiza), sobre o movemento independentista, sobre a sociedade consciente e combativa e sobor de todo sobre @s noss@s combatentes represaliad@s e encarcerad@s.

Em tam só pouco mais de seis anos já passarom mais de umha docena de pres@s independentistas galeg@s polas cárceres de exterminio, ferramentas da estrategia repressiva do estado espanhol, coas que pretendem derrotarnos. Nelas vulneram-se todos  os direitos fundamentais e básicos d@s pres@s, a dispersom, incomunicaçóns, torturas, humilhaçóns, etc, som tam só algúns dos métodos utilizados cos que pretendem agredir às e aos nossos combatentes, familiares e demais entorno social para acadar os seus intereses, mas estes intereses ven-sem frustrados coa enteireza que caracteriza a luita comprometida e coerente das e dos nossos presos. Isto dentro dos muros, mas também nas rúas do país cada vez a solidariedade e consciencia da sociedade galega aumenta e medra de tales formas que evidenciam o conflicto existente que asobalha a nossa naçom. Quanta maior repressom maior resposta.

CRONICA:
Partimos na madrugada da sexta feira dia sete de janeiro cara Bilbo. Numha noite fria, nestas que che tremem as pernas e xeam-se-che as maos, nas nossas faces podiam-se ver sentimentos e faciamo-nos as típicas perguntas como: vai ser unha mani histórica, vai ir multitude de gente, bom dia para conhecer o páis (comentabamos-lhe a um companheiro que nunca estivera em EH), @s noss@s pres@s estarám presentes!!, sem dúvida vai ser umha acumulaçom de forza e dignidade da sociedade euskaldum ou agardemos que isto sexa um paso decisivo para cambiar as ilegais leis penitenciárias. Estes forom algúns dos comentarios que kilometro a kilometro xurdiam dos nossos beizos, íamos mentalizando-nos e sentiamos emoçom de ledicia e orgulho por poder acudir o día de luita que agardavamos impacientes, que chegara já!, coma cativos.
A viagem fixo-se curta, aproveitamos para descansar, os que nom conducimos claro, poucas paradas para chegar cedo, já que dous companheiros quedaram-se durmidos, e partimos com algo de retraso mais recuperamos bem e depois de passar a desoladora estepa castelá e Burgos chegamos a EH.
Umha vez alí dirigimo-nos à morada dumha solidaria galega onde nos deu cobertura para alojar-nos e facilitou-nos a planificaçom das nossas intençons nas quais ela também participava, graças a ela fixo-se todo mais levadeiro e doado.
Sobre as 15:30 o estómago apretava, assím que dirigimo-nos cara o casco velho bilbaino onde pretendiamos jantar para recuperar forzas. Ali atopamo-nos com um descomunal ambiente festivo-reivindicativo, multitude de solidari@s basc@s, faixas, cartazes e música ao ritmo da txalaparta que evidenciavam que algo acontecia, pois nom era um dia comùm, o povo estava na rua, na sua defesa legìtima, na que reclamavam dereitos para os seus presos e as suas presas e exiliad@s.
Entre a alegria e admiraçóm nas nossas faces buscamos sem parar algumha taberna ou bar para comer uns bocatas, foi missóm imposivel, pois a hostaleria estava desbordada debido as decenas de miles de pessoas que ainda duas horas antes da manifestaçòm já estavam nas rúas, decantámo-nos entóm por uns pintxos e umhas canhas coas que enchimos o estómago.
Mentres faziamos tempo conhecendo algúns companheiros bascos, coma os do colectivo ekinklik entre outros, cos que compartimos saudaçons internacionalistas e diversas opinións e agradável companhia.
Chegada a hora para acudir à manifestaçóm, colhemos o metro e dirigimo-nos cara o sitio de quedada previo, onde recebemos por parte de membros destacados da esquerda abetzale as derradeiras instrucçons ordinarias. Comunicam-nos e organizam-nos como já sabiamos da seguinte maneira: a maioría da comitiva galega acudiría no bloco internacionalista (cataláns, castelàs, andaluzes, corsos…) e dous membros da comitiva galega posicionariam-se de maneira simbólica na cabeceira da manifestaçóm (onde a faixa) em representaçom da solidariedade galega.
Entre a multitude de gente, dirigimo-nos ate alí, e alí estavamos nós coma agulhas num palheiro entre miles e miles de pessoas. A manifestaçóm desbordou toda previsóm. Bandeiras da patria e da Plataforma que voltem para casa ondeavam polos que nom estám, num ambiente emotivo e reconfortante.
O percurso desenrolou-se tranquilamente sem incidencias, de nom ser as protagonizas antes da saída da manifestaçom pola ertzaintza enpenhada em crispar e obstaculizar o acto, mas nom derom problemas doutras ìndoles e conformarom-se cum seguimento exaustivo onde dous helicópteros sobrevoavam sem cesar por enriba nossa.
Depois do transcurso da manifestaçom que rematou no consistorio do concelho lerom-se os pertinentes comunicados nos quais reclamavan pasos ao governo francés e espahol para que ponha fim a ilegal política penitenciária à que calificarom como venganza repressiva. Para rematar uns simbólicos bertsos e cançons como  “hator hator” interpretadas por Fermín Muguruza, Inés Oxinaga e Jon Garai fizerom bailar com aires de espranza a multitude alí concentrada.

Damos por concluida a jornada e o obxectivo, calificando-o de positivo.
Certo é que partimos com frío nas pernas e nas maos mas recolhemos um inmenso calor co punho em alto do trato recibido pola naçóm irmá, das experiencias vividas nesse longo día, por fazer posível que Antom, Maria, Santi, Xose, Eduardo, Teto , Miguel e Telmo estiveram presentes.

Agradecer também a todas as pessoas que fixerom posivel a viagem, ao Organismo Popular Anti-Repressivo Ceivar e à Plataforma Cidadá Que Voltem para a Casa! e em especial à companheira de Bilbo polo trato alí recibido.

Despido-me cumha breve e concisa reflesóm pessoal. A solidariedade Galega está por enriba de muros e fronteiras, onde haxa um preso ou presa, um/a represaliad@ galeg@ aí estaremos nós, @s solidari@s, onde prima a unidade que nos une pola defesa d@s noss@s represaliad@s. Mas quem intenta aproveitar-se com fins partidistas ou individualistas da situaçóm dos nossos/as combatentes nom merece mais que o rechazo e repulsa do povo. Estas prácticas denigrantes por partes de sectores que se fam chamar independentistas por absurdo ou desprezável que pareza estam a acontecer na actualidade. Fago um chamamento ao cese destas atitudes polos sectores implicados. Devemos e é a nossa obligaçóm, facer da solidariedade, a unidade da sociedade consciente.

LIBERDADE PRES@S INDEPENDENTISTAS GALEGOS/AS!!!
EUSKAL PRESOAK ETXERA!!!

10/01/2012
Xurxo Rodríguez Olveira

ROLDA DE IMPRENSA ANTE AS ÚLTIMAS DETENÇONS

 O día 3 de dezembro demos umha rolda de imprensa no Centro Social A Revolta, de Vigo, o motivo forom as seis detençons efectuadas contra o independentismo galego.

Desde a Plataforma cidadá “que voltem à casa”, queremos mostrar a nossa preocupaçom pola situaçom de detençom e incomunicaçom prolongada de quatro cidadáns e cidadás galegas.

O régime de incomunicaçom, que se aplica nas detençons por legislaçom anti-terrorista, é umha prática na que as pessoas detidas perdem absolutamente todos os seus direitos. Nom podem ver ao seu advogado ou advogada, nom tenhem direito a umha chamada, nom tenhem direito a se comunicar com ninguém durante um máximo de 5 días… e a pesar de todo isto, a prensa nom duvida de sinalalos como culpáveis, a pesar de que nim Eduardo, nim Teto, nim Cata nim Jessi virom inda a um juiz.

Coa confussom criada pola  imprensa empresarial, fomos sabendo, aos poucos e de mala maneira, o número de pessoas detidas. Observamos a criminalizaçom  anticipada, a falta absoluta de presunçom de inocência e a desvergonça da T V G, de ronda com a polícia,  entrando no recinto privado de casas familiares onde nem sequera moran já os detidos, sem inmutarse ante a resistência destes a serem gravados. 

  Mentres tanto, con muito menos aparato gráfico e como se isso nom tivesse importáncia, aparesce nos mesmos meios o incremento das cifras do desemprego.   Galiza,  a “comunidade” onde mais subiu o desemprego registrado em Novembro. A metade da mocidade do nosso país está sem trabalho. Quase a outra metade com trabalhos precários, cá ou na emigraçom. Umha parte mui importante resignadas à dependência  dos pais, umha parte das nais resignadas à dependência dos filhos.  E semelha que esta situaçom está normalizada, que  nom é nova de interesse  para os meios empresariais.  No nome da crise, que paresce nom ter responsáveis, vai-se estendendo a resignaçom, o tedio, a falta de ilusom na sociedade.

Teto, Eduardo, Jésica e Cata,   trabalhadoras  precárias:  As imagens com que os meios tentam difamar-vos nom fam outra cousa que engrandecer-vos. Comunicam dignidade, cabreo ante a situaçom que vos obrigam a viver, alegria incluso ante a solidariedade dos companheiros.  E sabendo o que tendes por diante: dias de incomunicaçom, incertidume diante dos meios que a polícia vai utilizar nos interrogatórios, provável prisom, onde? A centos de quilómetros da casa, da Terra? E às mulheres nem as ensinarom, elas, que também estám ai, silenciadas como sempre, como as "companheiras de". Mas erguendo com orgulho o punho das mulheres deste povo. E resistindo, nom sabemos o que, nos calabouços secretos sob a incomunicaçom.


Às quatro detidas esta semana, e aos outros quatro presos indepedentistas, queremo-las na casa!

 

Este comunicado foi escrito o día antes à detençom de María O e Antón S. em Lugo, é por isso que nom estam incluidos os seus nomes no comunicado. Dende aquí a nossa solidariedade  com @s duas últim@s detid@s e coas súas familias.

MARIA, ANTOM, QUEREMOS-VOS NA TERRA!!

ROLDA DE IMPRENSA DA PLATAFORMA CIDADÁ QUE VOLTEM À CASA

 

 

O día 26 de novembro demos umha rolda de imprensa na Livraría Couceiro de Compostela. A intençom desta rolda era apresentar umha nova campanha de visibilizaçom da ilegal situaçom penitenciária na que se atopam os cidadáns galegos Santiago Vigo, Jose Manuel Sánchez, Miguel Nicolás e Telmo Varela. Também apresentar a IV FESTA POLA LIBERDADE.

Nesta rolda participarom representantes de algumhas das organizaçons aderintes à nova campanha, familiares dos presos e a activista Laura Bugalho, que leu o discurso que reproducimos a continuaçom:

Não há luta sem sonho nem sonho sem luta!!

Esta frase de uma Companheira activista do Uruguai, Esther Moreno, põe bem às claras que na situação actual onde os direitos fundamentais são deitados ao lixo, onde as conquistas em matéria laboral são asobardadas por mandatos liberais, do capitalismo selvaxe, do fascismo que acampa novamente nas administrações, é preciso que cada uma e cada um de nós activemos os nossos sonhos, saiamos da mensagem adormideira e reajamos a favor da defesa da nossa terra.

Neste tempo oculta-se que o Estado espanhol foi denunciado e condeado múltiplas vezes pelo uso reiterado da tortura, do isolamento, do afastamento das represas e presos políticos dos lugares de residência delas e deles, das suas famílias.

Esta vulneración vêem aparellada a outras muitas, como a do asilo, como a liberdade de expressão, a presunção de inocência e a de não indagar as torturas.

A solidariedade deve ser compreendida dentro do processo de concienciação social, de socialización da necessidade e direito da própria Soberania Nacional. As Companheiras e Companheiros que dentro deste processo foram processadas/dos e presas/os. Estes Compaanheiros Independentistas sofrem hoje o pesadelo das torturas, da barbarie nos Centros penitenciários, e a sua realidade oculta-se premeditadamente, os direitos universais estão ausentes na suas cotianidades.

Mas a política de isolamento leva aparellada a do afastamento provocando asi um incremento dos gastos das famílias e Companheiras e Companheiros que acodem às visitas, incrementam os riscos de acidentes e sofrem também em carne própria o insulto e a vexación do funcionariado das prisões e das esquadras policiais.

A data de hoje, finais do 2011, os presos políticos independentistas galegos: os Companheiros S. Vigo, J.M. Sánchez, T. Varela e M. Nicolás estão sequestrados pelas ordas espanholas em Villabona,Topas, León e Dueñas.

A distância promedia que cada familiar tem que fazer em cada visita calculando uns 840 quiolómetros (ida e volta), mas se acrescentamos que em geral as famílias acostumam a visitá-los 38 fins-de-semana o percurso total é de 32 mil quilómetros. O cálculo destas viagens é de 8.400 euros ao ano aos quatro Companheiros presos, significativamente sequestrados pelo Estado espanhol.

Queremos também salientar outras medidas não tão visíveis como são os reximes de vida restrictivos (1º grau, isolamento), o uso dos ficheiros especiais /FIES 3-BA) ou ficheiro de especial seguimento, grau 3- Banda armada), intervenções das comunicações, limitação especial no número de telefonemas telefónicas e a quantidade de dinheiro para poder enviar.

A dispersão é umha práctica ilegal, tanto na legislação espanhola como na internacional. O Estado espanhol desoe todo o seu próprio marco jurídico/legislativo.

A dispersão vai destinada também a vengarse das famílias e amizades dos presos políticos, a torturá-las por serem família e Companheiras/ros.

Segundo estudos de Que Volten à Casa, se apanháramos os dados económicos desde 2005 e fonse quantificados a quantidade por estas visitas séria mais de 65 mil euros. Lembrar aqui a toda a sociedade galega que desde essa data a hoje, os Companheiros e Companheiras Independentistas sequestrados/das nas Prisões espanholas foram: U. Caamanho, G. Rodrigues, H. Ponte, J.M. Sánchez, S. Vigo, O. Sánchez, X. Olveira, T. Varela e M. Nicolás.

Que Voltem à Casa extende a sua mensagem, e põe de manifesto que a política represora é uma tanatopolítica toda a vez que se manifesta na perda dos direitos fundamentais, no não cumprimento alevoso do marco jurídico e legal e provoca a tortura da cidadania galega compromentida com esse outro mundo que sempre falamos que é possível, esse outro mundo que na Galiza se manifesta de modo unívoco na consecução da Soberania Nacional.


Queremos agradecer aos seguintes colectivos sociais, políticos, ecologistas, desportivos…,colectivos representativos e conhecidos em diferentes sectores da sociedade galega a sua adessom à Campanha de visibilizaçom que desenvolverá a Plataforma Cidadá nos próximos meses. Campanha que consistirá na divulgaçom e presentaçom de material ca simbologia contra a dispersom penitenciária e pola volta à casa dos presos políticos galegos:

Adiante

Agrupaçom de Montanha Aguas Limpas

Assembleia da Mocidade Independentistas

Ateneu Proletario Galego

Causa Galiza

Ceivar

Escola Popular Galega

Esculca (Observatorio para a defensa dos Dereitos e Liberdades)

Fronte Popular Galega

Nós-up

Organizaçom para a Liberaçom Nacional

Partido Comunista do Pobo Galego

Siareir@s Galeg@s

Também queremos aproveitar para apresentar a IV FESTA POLA LIBERDADE, que este ano celebrara-se o día de 3 de dezembro em Vigo na sala O Torreiro da Festa às 21:30 horas ca finalidade de recaudar fondos para axudar aos familires nos longos desprazamentos para visitar aos presos nas cadeias. Nesta ediçom contaremos cos grupos:

Mini e Mero

Marxe Esquerda

Selectah in Helikopta

 

Pola nossa parte , agradecer a vossa presenza hoje aquí e para rematar animar à sociedade galega solidaria e sensível cara os direitos fundamentais a fazer visível nas rúas do País a simboloxía pola volta a casa dos presos políticos galegos, para que as suas reivindicaçons superem os muros das prisons e cheguem com forza às ruas do país.

QUE VOLTEM À CASA!!!
ADIANTE COA SOLIDARIEDADE!!!

IV FESTA POLA LIBERDADE

O vindeiro sábado 3 de dezembro a Plataforma Cidadá Que Voltem à Casa celebra a IV FESTA POLA LIBERDADE na cidade de Vigo. Esta vez será na sala: O Torreiro da Festa, sita na rúa Rogelio Abalde, número 16, na zona de Churruca.

Com esta actividade pretendemos visibilizar e dar a conhecer a situaçom de Santiago Vigo Domínguez, Jose Manuel Sánchez Gorgas, Miguel Nicolás Aparicio e Telmo Varela Fernández, cidadáns galegos presos nas cadeias de Dueñas (Palencia), Mansilla de las Mulas (León), Villabona (Asturies) e Topas (Salamanca), respectivamente.

O concerto dará comezo às 21.30 da noite, as entradas teram um custo de 6 euros, ca finalidade de recadar fondos para axudar aos familires nos longos desprazamentos para visitar aos presos nas cadeias.

 
Nesta ediçom contaremos cos grupos:

Mini e Mero
Marxe esquerda
Selectah in Helikopta


 
QUE VOLTEM À CASA!!!
ADIANTE COA SOLIDARIEDADE!!!

A Plataforma estivo presente este 24 de julho na Cadeia Humana.


No passado 24 de julho a Plataforma Cidadá Que Voltem à Casa volveu participar na Cadeia Humana convocada polo Organismo Anti-Repressivo Ceivar por cuarto ano. África Leira, leu em nome da Plataforma um discurso, que reproduzimos a continuaçom:


Um ano máis, saimos à rua na véspera do Día da Pátria para reclamar a posta em liberdade dos presos independentistas. Desde a Plataforma Que Voltem à Casa! queremos aproveitar esta cita, que se vai consolidando ano tras ano, para continuar a visibilizar a vulneraçom dos seus direitos e fazer um chamamento à activaçom da solidariedade permanente cos presos políticos independentistas.

Os militantes galegos encarcerados seguem a sofrer a vulneraçom constante dos seus direitos. A dispersom penitenciária continua a ser utilizada como arma política polo governo espanhol. Neste momento José Manuel Sanchez atopa-se a 368 kilometros da sua casa, Santiago Vigo a 486 kilómetros e Miguel Nicolás está alonxado a 522 kilómetros da sua localidade. Seguimos a denunciar umha medida absolutamente ilegal, que incumple a sua propria lexislaçom carceraria, que separa gravemente aos presos do seu ambiente social, afetivo e político, e supom umha condena engadida a familiares e amigos, que se vem obrigados a longos desprazamentos, moitas vezes de noite, para comunicaçons de 45 minutos a través de um cristal, com altos custos económicos e o perigo que supom o traxeto.

Alguns deles atopam-se nos régimes de vida mais duros; isolamentos, primeiros graos, régime FIES…       som as condiçons que suportam estes cidadans galegos. Restriçons nas horas de patio, intervençom e limitaçom das comunicaçons, sançons por manter e reivindicar o seu status de presos politicos…     descrevem a realidade que vivem os nossos presos nas cadeias espanholas.

O Coletivo de Presos vém de reivindicar no seu primeiro manifesto, o traslado ao territorio galego, a milhora da sanidade e higiene nos cárceres, umha comunicaçom áxil e fluida co exterior. Estamos a falar de direitos básicos, reconhecidos legalmente, que Instituciones Penitenciarias nega reiteradamente.

Denunciamos alto e claro, que a política espanhola é ilegal e procura o desgaste físico e psíquico de cidadans galegos polo seu compromisso militante. Isto é um claro indicador da escasa realidade da “democracia espanhola”, coa que tanto se enchem a boca os politicos de turno. Reclamamos ao governo espanhol o respeito polos direitos destes cidadans e solicitamos à sociedade, sensível cos direitos humanos e a democracia, um apoio decidido, um grau de areia para apoiar e soster aos presos galegos. Nessa tarefa continuaremos na Plataforma Cidadá Que Voltem à Casa! Contamos com vós!

ADIANTE COA SOLIDARIEDADE!

LIBERDADE PRESOS INDEPENDENTISTAS!

BEM-VINDO À TERRA UGIO!!!

 

 

Após quatro anos e nove meses de cativeiro e depois de ter sido dispersado polos cárceres de Navalcarnero, Soto del Real, Cáceres e Puerto de Santamaria,foi posto em liberdade Ugio Caamanho Sam-Tisso, o passado día 2 de maio.

 O dia 7 era Recebido na praça do Toural por volta dum cento de pessoas. A Plataforma Cidadá Que Voltem à Casa participou em dito acto, com a lectura do seguinte comunicado:

 

" Da Plataforma cidadá “que voltem à casa” parabenizamo-nos da tua volta à Terra, Ugio; até agora sentiamos-te como umha extremidade deste povo que nos tinham amarrada longe, mas que nunca chegou a estar desprendida. Era unha coita constante, unha mala postura, unha pressom que nos mancava. E hoje sentimonos máis completas e completos, podendo desfrutar tendo-te, por fim, ao pé de nós.

 

Depois de mais de cinco anos preso e dispersado por distintos centros penitenciários espanhóis, Ugio por fim volta à Galiza. El e o seu contorno afectivo e político tivemos que suportar a repressom, os maus tratos e humilhaçons que carcereiros e instituiçons penitenciárias oferecem a quem nom assume a submissom imposta.

Tivemos que soportar a tortura da dispersom: o custo económico, físico, emocional, e o risco de accidente cada vez que iamos a Cádiz, Cáceres, Madrid, Paléncia…

Percorremos a meseta, passamos por detectores de metais, portas eléctricas, portalons automáticos e pasarelas até chegar aos locutórios de Navalcarnero, Soto del Real, Cáceres, Puerto de Santamaria e Dueñas.

Aguardamos semanas mirando na caixa dos correios até poder ver carta, por fim! E anotamos dentro de cada sobre o número de folhas, e a data, para poder confirmar que chas entregavam.

Seguimos o jejum de cada mes com um nó no estómago. Erguemos as piruletas com as vossas caras com orgulho nas mobilizaçons populares, porque aí teriades estado de poder ser.

Quanto mais longe te levavam, mais perto estavas dos nossos peitos. Mais raiva. Mais luita. Mais amor.

Quando che castigavam nas celas de isolamento, respostava-se com mais denúncia e mais solidariedade.

 

Se tu nom podes vir ao Pais, vai o Pais tras de ti. A resistência contra o embrutecimento e isolamento das cadeias é umha experiencia dura, mas que levamos com a cabeça alta, e que nos reafirma no nosso compromiso. Queremos deixar constáncia de que nom vai haber um só preso independentista galego sem o respaldo do seu contorno social. Porque som pessoas plenamente integradas e queridas nas suas vilas, nas suas famílias, rodeadas de amizades e companheiras; pessoas com um arraigo estável e fondo, cos pés na Terra.

Os intentos de desarraigar patriotas galegos é cruel, degradante e, sobretodo, inútil. Da plataforma cidadá “Que voltem para à casa” nom cesaremos na denúncia da repressom e da dispersom. E podemos asegurar, que mentres nom sejam repatriados, encargaremo-nos de levar-lhes anaquinhos da casa em forma de solidariedade. Nós, vós, e todas e todos aqueles que respeitem conseqüentemente os direitos humanos das pessoas presas.

 

Obrigad@s, Ugio, porque a tua firmeça foi em muitas ocasons soporte para quem estavamos fora. Nom conseguirom nada. O sufrimento combatemo-lo com dignidade, e para a dor inventamos miradas que acarinham até o acougo; coraçons resistentes. Generosidade nos talegos. Solidariedade contra os muros. Na Plataforma luitamos contra a friagem das cadeias, e esigimos os mínimos direitos que, também em prisom, lhe correspondem como cidadás e cidadaos galegos.

 

Agora, contigo tam perto, enche-se-nos o peito, e temos ánsias e folgos renovados para seguir apoiando os vizinhos, vizinhas, companheir@s, amig@s, filh@s, nais, irmaos e irmás que caiam presas nos cárceres espanhóis.

Porque nom estamos tod@s: Sánti, Miguel, Telmo, José LIBERDADE!

QUEREMOS-VOS NA TERRA!

 

UGIO BEM-VINDO!"

 

CRONICA DE UMHA VISITA A UM PRESO GALEGO DISPERSADO

 

Reproduzimos polo seu interese testimonial a crónica dumha visita à cadeia que nos remitem duas pessoas, amigas de um preso galego dispersado:

Temos visita com o nosso amigo preso o sábado às 11h30 no cárcere de La Moraleja (Dueñas - Palência), sarcástico nome para a cadeia inaugurada em 1997 polo ultra Jaime Mayor Oreja. Ali há outro independentista galego preso, mas ele tem as visitas no domingo, polo que nos é impossível coordenar-nos com os seus familiares para podermos viajar juntos. Instituiçons Penitenciárias sempre pom as visitas pola manhá, algumhas às 9h00, polo que obrigam a viajar de noite. Som 700 quilómetros ida e volta, e desbotamos a opçom do carro privado, optando polo transporte público. É muito mais ecológico e cómodo, já que se pode aproveitar para ler, parolar com calma, etc. Aliás, conduzir tantas horas é perigoso. Por desgraça na história do nosso movimento já se contam vários acidentes e mortes nestes deslocamentos que impom a política de desterro. Mas o transporte público nom é fácil. Há umha única linha de autocarro de Compostela a Palência (a que vai da Corunha a Barakaldo), e há que apanhar a maiores outro autocarro até Dueñas, e um táxi até a cadeia, além de ter muita sorte para que nengum destes meios de transporte se retrase e empeça apanhar o seguinte.

 

23h15 - Santiago de Compostela
O autocarro sai pontual da capital da Galiza, aonde chega já com várias pessoas que venhem desde a Corunha. A maioria som emigrantes que trabalham no País Basco.

00h45 - Lugo
Primeira parada em Lugo, onde sobem várias pessoas. Há que intentar dormir o que se poda no autocarro para nom estarmos desfeitos o dia depois.

02h15 - Ponferrada
Chegamos à capital do Berzo. Na fachada dum prédio oficial que parece umha escola, umha pintada: "Cursos en galego". Algo é algo.

03h15 - La Bañeza
Estamos já em Espanha. Esta é a única parada da viagem na que nos permitem baixar do autocarro, um descansinho de 10 minutos para ir ao banho ou tomar algo quentinho na cafetaria da estaçom. Chamou-nos a atençom ao passo por Astorga, umha das três antigas capitais da Galécia, vermos o Hostal Gallego com várias rojigualdas na fachada, a falta de umha. Após a breve parada continua a viagem, e brincamos pensando que louco baptizaria estas terras como Campus Gallaeciae, pois nem do primeiro nem do segundo tenhem muito estas terras.

05h15 - Palência
Com seis horas de viagem já, chegamos a Palência numha noite mui fria. Deixam-nos diante -parece todo brincadeira aqui- da comisaria da Polícia Nacional, pois a estaçom ainda nom está aberta. Confirmam-se as nossas expectativas: somos os únicos que baixamos cá, todo o mundo leva por destino o País Basco. A estas horas é impossível achar nengum local aberto que nom for umha discoteque. Para as poucas horas que tínhamos que passar aqui nom pensamos em reservar um hostal, assim que nos dirigimos ao único prédio público aberto a estas horas: a estaçom de trem. Tem aquecimento e está-se bem, está completamente vazia, apenas umha trabalhadora imigrante que está a limpar. Intentamos botar umha soneca num dos bancos, e estamos vários minutos até que os seguratas nos dim que nom se pode dormir aí (?). Som já as 7h00 e a cafetaria da estaçom de autocarros está aberto já, assim que vamos almorçar.

08h00 - Palência
Na entrada da estaçom de autocarros há duas pintadas, umha anarquista solidarizando-se com a greve do metro de Madrid, e outra que di "Liberdade presos independentistas galegos", o qual sobe a moral. Almorçamos com calma na cafetaria, que é dum asturiano, até que um animalinho entra e começa a lançar fascistadas de todo tipo cara o telejornal e a relatar para todo o local -interessaram-lhe ou nom as suas ideias- a política anti-terrorista que ele aplicaria se for Ministro de Interior. A qual, por outra parte, tampouco era tam distinta da de Rubalcaba. Abrem a venda de bilhetes e colhemos outro autocarro para Dueñas.

08h20 - Dueñas
Chegamos aginha, nuns vinte minutos. Dueñas é umha pequena vila, na fronteira comarcal entre Terra de Campos (Campus Gallaeciae) e El Cerrato. Tivo um passado interessante, e no conjunto histórico ainda se pode apreciar o seu passado esplendor medieval. No bar mais próximo à parada está a parelha da Guarda Civil tomando o café. Achamos outro, mas hospitalário, no que tomar um chá e aquecer o corpo.

09h00 - Dueñas
Nom sabemos se temos visita às 11h00 ou às 11h30. Até o cárcere há ainda uns 4 quilómetros e, claro, nom há transporte público até ela. Como temos tempo de sobra poupamos o dinheiro do táxi e vamos andando num passeio. A paisagem castelhana foi bem tratada já polas nossas letras como oposta à nossa, e em verdade oprime a alma atravessar essas leiras cheias de cantos, onde as poucas árvores que se vem semelham passar pena. Algumha cegonha racha a monotonia. Chegamos ao Pisuerga, afluente dum Douro que mais adiante fala já a nossa língua. Vai completamente poluído e fede a esterco de galinha proveniente de umha granja situada à sua beira. Ao outro lado da ponte, um carro da Guarda Civil espera numha corredoira, justo ao lado de umha parede com umha pintada: "Abajo los muros de las prisiones". Uns quilómetros mais adiante soubemos o porquê de tanta presença da Guarda Civil: há umha "cunda", um translado de presos. Um ônibus do corpo militar espanhola passa como umha bala ao nosso lado por um estreito caminho, justo onde ao lado do cárcere passa o traçado do AVE que está em obras. Adivinham que língua falam os operários?… Som portugueses.

09h40 - La Moraleja
Chegamos já ao cárcere. Na entrada um enorme monólito com a placa da inauguraçom "en nombre de El Rey Juan Carlos I" e a rojigualda. Passamos primeiro pola janela na que se lhe passam os pacotes aos presos. Como nom, ponhem travas, por dous livros fotocopiados, um sobre jadrez e outro dumha revista portuguesa de agricultura ecológica. Parece ser que os vam reter porque nom tenhem copyright (?), como é lógico nos textos sob licença copyleft… Já antes tivéramos que encaderná-los em tapas duras, pois os carcereiros dim a enquadernaçom em espiral nom está permitida, porque "pode ser empregada polo preso para se suicidar" (sic). Num dos bancos que há fora, umha pintada a favor da liberdade do povo amazigh riscada na madeira.

10h00 - C.P. La Moraleja
Identificamo-nos e passam-nos polo detector de metais. Todo pita. Sem cinto nem botas passamos já. Chegamos mui cedo e temos que aguardar até pouco antes das 11h30, que é quando nos toca o turno para falar. A sala de espera vai-se enchendo pouco a pouco. A um senhor dim-lhe os carcereiros que nom pode aceder à visita com casaca azul ou verde, porque dim que som as cores das forças de segurança do Estado e podem levar a confussom. Estám loucos estes espanhóis. Há muita gente, muitos árabes e ciganos. Aginha localizamos outros familiares de presos políticos e falamos com eles. A solidariedade é sem dúvida o melhor destas cousas.

11h15 - C.P. La Moraleja
Chega, por fim, a hora da visita. Chamam-nos a toda a gente que estamos na sala da espera e que já entregamos o bilhete de identidade. Cruzamos o pátio central, que apresenta um aspecto desolador: várias das figurinhas com forma de cegonha que decoram um espaço que seguramente chamarám “jardim” estám decapitadas. Polo caminho um carcereiro vem junto dos familiares do preso político basco e junto nossa para dizer-nos que cabinas temos que usar para a visita. “Para que depois digam que nom fam distinçom entre presos políticos e sociais”, di-nos um dos familiares do basco. Entramos noutro prédio. Nas paredes há algum cartaz de umha convocatória a assembleia geral de um sindicato de carcereiros. Surrealismo a mais nom poder.

11h30 – C.P. La Moraleja
Aí está o nosso amigo! Quando chegamos já está metido numha cabina, que nom é a que nos indicárom, e alá vamos a sentar-nos. Aos poucos segundos chega um carcereiro furioso a dizer-nos que vaiamos para a que nos dixera. A ele mandárom-lhe ir a umha e a nós a outra distinta e agora zangam-se… Temos por diante, após tantas horas de viagem, uns escassos 50 minutos para contar-nos miles de cousas. Amiúde pensa-se que as visitas às cadeias som um alívio e um bocado de ar fresco sobretodo para o preso, mas na realidade, quem vai visitá-lo volta carregado de energia. Da conversaçom tiram-se dados interessantes; como que a reforma que estám a aplicar do Código Penal tem umha funcionalidade mui concreta: a crise também afeta às cadeias, e a superpopulaçom da mesma está a afogar os seus orçamentos, polo que cumpre botar gente fora. A qual? Pois à gente com condenas por narcotráfico: incrementam as condenas a "camelos" e diminuem as dos narcos, que estám a sair massivamente nestes meses após as reduçons de condena. Todos para fora, menos os políticos, claro.

12h20 – C.P. La Moraleja
Remata a visita. Devolvem-nos o bilhete de identidade e saímos da arquitectura psicópata. Abrolha a solidariedade carcerária e temos quem nos leve até Dueñas para colher o bus, que até as 14h30 nom chega. Depois colhemos o bus até a Galiza às 15h00 em Palência, polo que vamos justinhos de todo, como este bus se demore algo ficamos tirados. Passeamos pola zona antiga de Dueñas que é bastante bonita, e buscamos em vao onde comer algo. Afinal aprovisionamo-nos no supermercado e montamos um pique-nique à portuguesa na parada do autocarro. Fai um frio do demo nesta meseta.

14h30 – Dueñas
Chega justo de tempo o autocarro que vai de Valhadolid a Palência. Vai cheio de universitárias e universitários.

14h50 – Palência
Chegamos à estaçom e “reembarcamos” directamente noutro autocarro que nos trai à Galiza. À volta fai mais paradas, e polo tanto leva-lhe mais horas. Nós também voltamos muito mais cansados, e polo tanto durmimos quase todo o caminho, baixando apenas em algumha parada para ir ao banho ou comer um bocado.

22h00 – Compostela
E aqui estamos de volta. 700 quilómetros, bastante dinheiro em meios de transporte, e quase 24 horas de viagem para só 50 minutos de visita. É o preço da dispersom.

MIGUEL NICOLAS APARICIO FOI DISPERSADO

 

      Miguel Nicolás aparicio foi dispersado a Asturies, e da Plataforma Cidadá Que Voltem à Casa queremos manifestar que o encarceramento de Miguel Nicolás Aparicio num centro situado fóra da Comunidade Autónoma da Galiza, vulnera as vigentes legislaçons penitenciárias espanhola e internacional* e supom umha condena engadida à prisom preventiva. Além disto, implica a sua separaçom da realidade nacional, cultural e sócio-afectiva de que procede (com as negativas conseqüências individuais e colectivas imagináveis).

 

     Ley Orgánica General Penitenciaria (L.O.G.P.) 1/1979, de 26 de Setembro: art. 12: “La ubicación de los establecimientos será fijada por la administración penitenciaria dentro de las áreas territoriales que se designen. En todo caso, se procurará  que cada una cuente con el número suficiente de aquéllos, para satisfacer las necesidades penitenciarias y evitar el desarraigo social de los penados”

SOLIDARIEDADE COM TELMO VARELA


 

      A Plataforma Cidadá Que Voltem à Casa quer amosar a sua solidariedade com o cidadam galego Telmo Varela Fernández, que ingressou em prissom preventiva na cadeia D´A Lama dende o 11 de março. 

     Que nos alarma profundamente, que esta situaçom poda alongar-se até que sexa julgado assím como que esta medida é contraria ao principio democrático da "pressunçom de inocência".

     Queremos também amosar o nosso apoio à familia e entorno social de Telmo, e animar-vos a todas e todos a escrever-lhe (podedes consultar o endereço no link "para escreber aos presos").

     SOLIDARIEDADE COM O TELMO!

 

SOLIDARIEDADE COM MIGUEL

 

     A Plataforma Cidadá Que Voltem à Casa quer amosar a sua solidariedade com o cidadam galego Miguel Nicolás Aparicio, que ingressou em prissom preventiva na cadeia de A Lama no passado mes de dezembro, após passar 72 horas incomunicado em dependências policias.

     Que nos alarma profundamente, que esta situaçom poda alongar-se até que sexa julgado assím como que esta medida é contraria ao principio democrático da "pressunçom de inocência".

    Queremos também amosar o nosso apoio à familia e entorno social de Miguel, e animar-vos a todas e todos a escrever-lhe (podedes consultar o endereço no link "para escreber aos presos").

     SOLIDARIEDADE COM O MIGUEL!